“O CTG não mente: você não tem contrações!”

M. J. Leite Santos

Setembro 2014

(Estive internada de 17/09/2014 a 22/09/2014).

No dia 17/09/2014, por volta das 18h, dei entrada no serviço de urgência (grávida de 31 semanas + 1 dia) com corrimento vaginal.

Após exames/ecografia disseram-me que tinha o colo do útero curto, fino e “rasgado” (daí o corrimento/sangue), e que estava a começar a fazer a dilatação, explicaram-me que não podia fazer qualquer tipo de esforços, que teria de ficar internada sob vigilância e que iriam fazer o possível para que o meu bebé não nascesse com 31 semanas.

Fui então levada para o bloco de partos (bloco 6) por volta das 21h, foi aí que tudo começou!!

Tendo em conta que não podia fazer esforços, a auxiliar F, trouxe-me uma arrastadeira e diz para o meu marido: “Vou fazer isto uma vez, aprenda que eu não repito!” e explicou-lhe como colocar-me a arrastadeira.

Uns minutos mais tarde, pedi ao meu marido para me colocar a arrastadeira (tal como a auxiliar tinha pedido), ele nunca tinha feito tal coisa, assim sendo, colocou-a mal… (fiz chi-chi para fora), toquei à campainha… e novamente a auxiliar F. chegou, quando lhe disse o sucedido, ela toda chateada, com má cara ralhou-me num tom altivo: “Não pode chamar de 20m em 20m para fazer chi-chi, você não é a única grávida aqui! Eu sei que precisa de fazer chi-chi, mas tem de ter respeito pelo nosso trabalho!” Não me limpou e disse que eu estava suada, que não era chi-chi!

A partir daí,evitei ao máximo tocar à campainha visto que não queria incomodar a excelentíssima senhora.

Também não percebi que tipo de respeito é que eu tinha de ter pelo seu trabalho, visto que tinha passado ao meu marido o que era obrigação dela fazer (colocar-me a arrastadeira) tendo em conta que a auxiliar era ela e não o meu marido, e eu não me podia levantar!

De qualquer das formas, o trabalho era tanto que ela não podia vir cada vez que eu precisava dela, pois estava ocupada com as outras colegas do turno a dar risotas e gargalhadas, aos gritos pelo corredor, a verem vídeos no YouTube, a falar mal de outras colegas, etc. etc. etc. tudo isto se podia ouvir até por volta das 02h no bloco 6, onde eu tentava descansar.

Portanto como se podia ouvir, o trabalho era imenso, e eu estava a interrompê-lo!

Como disse, entrei no hospital por volta das 18h e por volta das 22h pedi se me podiam trazer algo para comer, não só não tinha jantado como ia passar ali a noite, e tendo em conta que estava grávida eram muitas horas sem comer.

Mais uma vez, quando toquei à campainha veio a auxiliar F. e pedi-lhe se era possível trazer-me alguma coisa para comer e simpática, como sempre, responde: “Isto não é o internamento! Vou ver se arranjo alguma coisa! Não sei se há!” e saiu!

Ao fim de cerca de 20 minutos alguém me trouxe uma carcaça, bolachas e um chá…

Cada vez que tocava à campainha demoravam cerca de 5 ou 6 minutos só para responderem no intercomunicador, depois eram mais outros 6 ou 7minutos para aparecerem no quarto, fosse para me trazerem comida, fosse para me colocar a arrastadeira, fosse o que fosse!

Estava tão cansada e preocupada com a minha situação, que acabei por adormecer.

Toda a equipa foi péssima, sempre a falar com duas pedras na mão, com má cara, sem disponibilidade, etc. a que se destacou mais pela negativa foi sem dúvida a auxiliar F. que depois tive a infelicidade de a reencontrar nas próximas “visitas” ao bloco de partos (mais à frente passo a explicar), salvo a excepção da auxiliar M. da auxiliar J. e a enfermeira N., que sempre que vinham ter comigo eram extremamente educadas, competentes, simpáticas e tentavam sempre melhorar a minha situação.

Durante o dia 18/09/2014 fiz vários exames/análises e acabaram por fazer com que eu ficasse mais estável e o meu bebé não nascesse.

Por volta das 19h mudaram-me então para um quarto no piso 5 (internamento de urgências obstetrícias) onde encontrei uma equipa extremamente profissional, humana, atenta, prestável, simplesmente uma equipa fantástica!

Toda a equipa, todos os turnos foram excepcionais, mas gostaria de referir alguns nomes que se destacaram mais e que sem dúvida foram, além de competentes, um grande apoio! Ajudaram positivamente a tornar toda aquela “fase” que eu estava a viver, em momentos mais felizes! Acalmavam e reconfortavam o meu coração preocupado com toda a situação!

Estou a falar da enfermeira S., da enfermeira C., da auxiliar M. e da enfermeira-chefe R. .

Tudo correu lindamente a partir dessa noite até à manhã de dia 21/09/2014, por volta das 11h30m voltei com dores e a minha situação voltou a complicar-se… A médica de serviço mandou-me novamente para o bloco de partos para estar sob vigilância e se eventualmente o meu bebé fosse nascer, eu estaria no sítio certo.

Para minha infelicidade, assim que estou no corredor a caminho do bloco 9, as auxiliares olharam para mim e comentaram: “está aqui outra vez?” com cara de nem sei bem o quê!

Quando achei que na noite de 17/09/2014 já tinha visto tudo, enganei-me pois o pior começou naquela tarde quando conheci a enfermeira Z. …

A situação da noite de dia 17 voltou a repetir-se, o meu marido é que tinha de colocar-me a arrastadeira, demoravam imenso para responderem à campainha, para além de que fiquei cerca de 5 horas sem comer (após ter pedido 3 vezes), literalmente tinha de “pedinchar” comida, etc. etc. etc.

Durante a tarde passei muito mal, tive bastantes dores e estava muito desconfortável, a uma certa altura, uma médica veio ver-me e perguntou-me como é que eu me sentia, como é que eu estava.

Eu disse-lhe que tinha imensas dores e expliquei-lhe como me sentia. Logo a seguir chegou a enfermeira Z. , sentou-se no cadeirão azul ao meu lado e ao lado do meu marido e começou uma conversa fantástica: “Então o que é que se passa?”. Eu disse-lhe o que sentia tal como já tinha explicado à médica que me tinha visto, a enfermeira Z. respondeu-me: “Mas o que é que você tem?! Você não tem contracções! Enquanto não parar de se queixar não vai para cima (para o quarto no internamento), você aqui não está a fazer nada! O que você está aqui a fazer pode fazer lá em cima!” Respondi à enfermeira que não tinha pedido para estar ali, tinha sido a doutora que me tinha mandado ir para o bloco de partos para estar a ser vigiada. A enfermeira muito indignada volta a repetir: “Mas você não tem contracções!” e acrescenta: “O que é que você quer afinal?! Quer que o seu filho nasça agora?? Para ter problemas e complicações?? É isso que quer? Se ele nascer agora não vai correr bem!! O seu CTG tem a linha a direito, os números nem mexem! Você não tem nada!” E eu respondi-lhe:

“Então e as dores que eu sinto são de quê? São fortes, constantes e cada vez mais fortes, porque é que o CTG não reage? Será pelo facto de cada vez que me “levanto” para se colocar a arrastadeira ele sai do sítio? Será que não está mal colocado?” A enfermeira Z. respondeu-me: “É essa a sua justificação? Eu trabalho aqui há tanto tempo e nunca ouvi tal coisa!” Eu respondi: “Não sei!! Só quero tentar perceber o que se passa comigo! Só sei que me dói muito e de 5 em 5 minutos! O que é isto então?!” Ao que a enfermeira me respondeu: “Provavelmente uma cólicazeca!”.

(Adorei! Uma cólicazeca! Não só menosprezou as minhas dores e o meu sofrimento como me fez passar por parva! Nunca estive grávida e não fazia ideia do que eram contrações, mas sei perfeitamente  o que são cólicas! Simplesmente sabia que eu não estava bem, supostamente uma enfermeira com tanta experiência deveria saber melhor que eu que nem todos os partos /contrações são iguais! Depois do meu filho nascer (no dia 23/09/2014) alguém me explicou: “onde costuma ter dores quando está com o período?” e eu respondi: “Nas costas / nos rins e no fim da barriga” esse alguém (não me lembro quem) respondeu-me: “Pois! Isso são as suas contracções mas muito mais intensas e fortes!”

Só depois do meu filho nascer é que eu percebi que afinal o que eu tinha eram contrações, mas o CTG não acusava nada porque as minhas contrações são lombares e não na barriga como habitual! Não percebo como é que a enfermeira Z. (tão experiente como diz) não sabe isto! E acha que o CTG é um deus que dita as regras!! Além disso comparar contrações com uma “cólicazeca” é de um grande profissionalismo, não haja dúvida!)

Continuando… a enfermeira Z. ainda me disse: “A doutora vinha aqui há bocado para lhe dar “alta” para ir para cima (para o quarto no internamento), mas você não pára de se queixar a dizer que tem dores!”

Eu respondi: “Mas quer que eu minta?? Se eu não estou bem, se estou cheia de dores, o que quer que faça??” E a enfermeira Z. respondeu: “Não sei, faça como quiser!” e saiu do quarto.

Algumas horas depois melhorei e por volta das 19h voltei para o quarto no piso 5.

Dia 22/09/2014 durante a tarde fui fazer e ecografia do 3º trimestre, durante o exame tive várias dores, tivemos de interromper a ecografia várias vezes, a doutora afirmava que eu estava com contrações, para ir ver a situação, eu expliquei-lhe que não eram contracções porque os meus CTG’s não acusavam nada e disse-lhe que uma enfermeira me tinha dito que eu estava com cólicas.

A doutora voltou a dizer que não podia ser e que eu estava com contrações!

Voltei para o quarto e por volta das 20h30m começei a piorar. A enfermeira C. detetou que algo não estava certo com o meu CTG, apesar de não acusar contrações, ela estava um pouco inquieta e chamou a doutora T. para me ver, a doutora fez-me o “toque” e sentiu a cabecinha do bebé muito em baixo e disse que preferia que eu passasse a noite no bloco de partos para ser vigiada.

Eu fiquei logo em pânico, desatei a chorar e implorei para não me levarem para o bloco de partos, a doutora viu o estado em que eu fiquei e achou estranho, perguntou-me porque é que eu estava assim e porque é que não queria ir para lá, contei-lhe o que se tinha passado no dia 17 e no dia 21.

A doutora disse-me que eu tinha mesmo de ir porque não íamos correr o risco de algo se complicar durante a noite e não termos tempo para ir para o bloco.

Quando cheguei novamente ao bloco 9, chegou uma enfermeira e disse ao meu marido: “Você pode ir embora porque vamos medicar a sua esposa para dormir, portanto pode sair que não fica aqui a fazer nada!”

Eu fiquei aflita, pois não queria ficar ali sozinha, ainda por cima depois de tudo o que já me tinha acontecido, e pedi para ele ficar comigo até eu adormecer.

Perguntei à enfermeira se tinha sido a doutora T. a prescrever-me o medicamento, a enfermeira virou-se para mim e disse: “Eu consigo não falo mais, vou chamar a doutora T..” eu respondi: “Não é preciso, só lhe estou a fazer uma pergunta!” mas a enfermeira virou as costas e foi-se embora!

Quando a doutora chegou foi um doce, como sempre, e explicou-me para que servia o medicamento, perguntei-lhe se o meu marido podia ficar comigo e ela disse-me com um sorriso tranquilizador: “Não só pode, como deve ficar o tempo que quiser, só tem de me prometer que descansa no cadeirão azul” A enfermeira ficou com uma cara… enfim. O meu marido ficou então comigo toda a noite a “tratar” de mim, a colocar-me a arrastadeira etc. etc. A uma dada altura o meu marido tinha conseguido finalmente adormecer um bocadinho e para não acordá-lo toquei à campainha para poder fazer chi-chi, e veio a auxiliar F. … colocou-me a arrastadeira e pedi-lhe para sair para poder ficar à vontade, ao que me respondeu:

“Sair daqui para quê? Para você estar sempre a tocar à campainha?? Eu não saio daqui, eu espero!!”

Todas as auxiliares do piso 5 (internamento de urgências obstetrícias) colocavam-me a arrastadeira várias vezes ao dia e à noite, e sempre respeitaram o meu espaço / privacidade, sempre com boa cara e educação, mas a auxiliar F. achou que deveria ser indelicada mais uma vez!

Como não estava a conseguir fazer chi-chi, a auxiliar abriu a torneira com a água a correr no máximo cerca de 5 minutos (devia estar a tentar que eu fizesse mais depressa influenciada pelo barulho da água!) mesmo assim não estava a conseguir fazer nada com toda aquela pressão, a auxiliar F. acabou por sair toda chateada e deixou a torneira a correr. Além de toda esta pressão e falta de respeito, não acho nada profissional esta atitude, e desperdiçar água então… nem vou comentar!

Por volta das 03h00 pedi à enfermeira Z. para me dar algo para as dores, visto que já nã estava a aguentar mais, estava cheia de sono, e não conseguia dormir 2 minutos que fossem.

A enfermeira Z. perguntou-me: “Mas o que é que lhe dói afinal?? Diga-me!! Você está bem!! Não em contracções! Explique-me o que lhe dói!” Eu respondi-lhe o mesmo de sempre: “Já lhe expliquei! Doem-me muito as costas, em baixo, é como se me faltasse o ar, sinto-me bastante desconfortável, dói-me no fundo da barriga” e mostrei-lhe onde me doía.

A enfermeira respondeu-me: “Você nem sabe o que é que lhe dói! Você não tem contracções já lhe disse! Olhe para a máquina do CTG, os números nem mexem!” Eu respondi: “Enfermeira, desculpe, mas não me interessa o que diz a máquina, eu estou cheia de dores, por favor peço-lhe nem que seja um paracetamol para me acalmar as dores e eu tentar descansar um pouco!” a enfermeira Z. respondeu: “Você não me pode responder que não lhe interessa o CTG, eu estou a explicar-lhe que você não tem contracções, o seu CTG tem uma linha direita! Os números nem mexem!”

Constantemente as dores voltavam (mesmo em frente à enfermeira) e ela insistia que eu estava bem e que não tinha nada!

Por mais difícil que fosse, acabei por fechar os olhos, respirar fundo e ignorar o que a enfermeira me dizia, não me queria enervar mais, tendo em conta as minhas dores e a hipertensão que tinha.

A enfermeira depois de tanto me “chatear” que não tinha contracções e blá blá blá acabou por me dar um paracetamol que não me tirou as dores, mas ajudou a fazer sentir-me melhor durante um bocadinho.

Por volta das 04h00, para além das dores e contrações ignoradas pela enfermeira Z., há uma altura que acordei o meu marido para me colocar a arrastadeira (depois do episódio anterior com a auxiliar F. não voltei mais a chamar ninguém), ao limpar-me saiu uma “nhanha” grande com sangue, fiquei aflita tendo em conta que desde dia 17 nunca mais tinha voltado a ter corrimento, fui obrigada a ter de chamar alguém para ver se estava tudo bem.

Quando chegou a enfermeira Z. expliquei-lhe o sucedido, ela sem sequer querer ver o sucedido diz: “É normal, isto é tudo normal, durma! Você precisa é de dormir!” Eu respondi-lhe que isso era o que eu queria! Dormia 10 minutos, acordava com dores, dormia mais 10 minutos acordava outra vez… a enfermeira voltou a perguntar-me que dores é que eu tinha se o meu CTG estava “limpo!” eu ignorei e não lhe respondi mais.

Mais tarde, por volta das 05h00 deu-me uma dor forte, ouvi um barulho e fiquei toda molhada, pedi ao meu marido para chamar alguém porque achava que me tinham rebentado as águas, ele tocou à campainha contou o sucedido pelo intercomunicador e pediu para vir alguém, a resposta do outro lado foi: “fuuuuuuuuuuuuuuu já vamos!” com um enorme suspiro! Chegou uma enfermeira, viu que realmente que as águas tinham rebentado, chamou a restante equipe, mandaram o meu marido sair e às 05h52m o meu saudável e lindo bebé nasceu!

Depois de ele ter nascido e ter sido levado para a incubadora, a auxiliar F. disse ao meu marido que já podia entrar no bloco, sem sequer lhe ter dito o nosso bebé tinha nascido e que estava tudo bem! Ninguém teve o cuidado de lhe dizer rigorosamente nada, o meu marido só soube que o filho tinha nascido bem, de parto normal e o que se tinha passado quando entrou no quarto e eu lhe contei.

Depois entrou o tal alguém que me explicou a situação das contrações e foi aí que eu tive a confirmação que nunca tinha tido cólicas, mas sim contrações!

Não tive a oportunidade de saber quantos dedos de dilatação tive, de optar por epidural ou não, não tive oportunidade de ter tido um acompanhamento dito “normal” etc, etc. acabei por estar completamente sozinha, desamparada, com muitas dores, sem perceber o que se estava a passar comigo!!

Espero sinceramente que supervisionem melhor o que se passa no bloco de partos, e principalmente o tipo de pessoas que contratam, porque se estes são os nossos profissionais de saúde… deixam muito a desejar!

Infelizmente não tive a melhor recordação do parto do meu primeiro filho, espero que não volte a acontecer o mesmo a outras futuras mamãs porque o que passei no bloco de partos não desejo a ninguém!

Independentemente de todas as dores e complicações que um parto possa ter, não deixa de ser um momento único e especial, deve ser respeitado e bem acompanhado por todos os intervenientes.

Gostaria, novamente, de reforçar o meu reconhecimento positivo das seguintes pessoas:

Piso 5 Internamento Urgência Obstetrícia:

* Enf. S.

(gostaria de referir também que quando tive alta, fui ter com a enfermeira S. e agradeci-lhe por tudo o que tinha feito por mim, agradeci o seu profissionalismo e a forma como tinha cuidado de mim, a enfermeira disse-me que era bom ouvir um elogio porque estava a passar uma fase má na sua vida. Isto só prova que apesar de estar a passar situações menos boas na vida, não descuida o seu trabalho fazendo-o de forma excelente!)

* Enf. C. D.

* Enf. C. M.

* Enf. Chefe R.

* Aux. M.

Piso 3 Bloco de Partos:

* Enf. N.

* Aux. J.

* Aux. M. J.

Médicas:

* Doutora T.

* Doutora L.

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5 thoughts on ““O CTG não mente: você não tem contrações!”

  1. O seu testemunho é tocante… estou grávida de 20 semanas e vivo apavorada com a ideia do parto. O meu muito obrigado por ter partilhado, é importante para quem vai na “primeira viagem” .

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  2. Olá a todas 🙂
    Obrigada a toda a equipa “sombras do parto” e a todas as pessoas que leram a minha história,
    Este foi sem dúvida um momento mto marcante na minha vida, não só pelo momento em si, o nascimento do meu Filho, mas também por tudo o que me aconteceu.
    Não tenho problemas em falar do que me aconteceu, até porque já apresentei uma queixa formal.
    Tive o meu parto no Hospital de Cascais 😦 tem condições excelentes é verdade, funcionários profissionais (piso 5) como já referi no texto, mas infelizmente os funcionários do piso 3 deixam mto a desejar. Há Mamãs que têm lá os seus Bebés e corre tudo lindamente, infelizmente não foi o meu caso 😦 Mas o pior já passou, tenho um filho maravilhoso, feliz e saudável que fez um aninho esta semana 🙂
    Beijinhos pra todos ❤

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  3. Estamos gratas que a partilha do seu testemunho tenha contribuído para a integração da experiência de parto de forma saudável e que lhe permita desfrutar em plenitude do seu filho e da sua condição de mãe. A equipa de Sombras do Parto agradece o seu contributo para esta Campanha pelo Nascimento Digno e Respeitado. Bem-haja e as maiores felicidades para vocês!

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